Depois dos 50, eu achei que a minha vez tinha passado. Foi com um punhado de argila e as minhas próprias mãos que eu descobri um caminho novo — as joias de cerâmica — e que a minha vez só estava começando. Nos próximos 6 dias, você pode viver o começo da sua.
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Quero viver o meu recomeço — R$ 67,006 encontros na semana · as inscrições fecham quando a jornada começa

Se você chegou nesta página, é bem provável que esteja sentindo uma coisa parecida com a que eu senti anos atrás. Aquela sensação de que já cuidou de todo mundo, já deu conta de tudo, e agora falta uma coisa que seja só sua.
Eu vou te contar um pedaço da minha história, em capítulos curtos. Não pra falar de mim — mas porque, em algum ponto dela, eu acredito que você vai se reconhecer. E ver que não existe idade pra recomeçar uma coisa que faz a gente se sentir viva de novo.
Eu fui arquiteta por 24 anos, com projeto saindo em revista. Por fora, era a vida estável que todo mundo diz que quer. Por dentro, tinha uma coisa crescendo devagar — e eu não contava pra ninguém. Nem pra mim.
Em 2011, aquilo transbordou. Eu olhava pra uma vida cheia de conquistas e não sentia nada — eu me lembro de pensar, com essas palavras: eu tô me sentindo um casco. Procurei ajuda, e foi do psiquiatra que eu ouvi a frase que eu não esperava: "você precisa de uma atividade manual." Eu só não imaginava que ela ia me levar de volta pra uma coisa da minha infância.
O barro. Na mesma semana, me matriculei numa aula de cerâmica no Museu Alfredo Andersen, em Curitiba. Eu chegava tensa e saía inteira. Só que a vida ainda ia me dar um empurrão que eu não esperava — e ele veio no pior dia que eu podia imaginar.
Em 2016, no meio do velório do meu pai, chegou a mensagem de uma cliente: os pêsames — e o pedido do projeto dela pra aquela mesma tarde. Alguma coisa quebrou dentro de mim ali. E ainda faltava uma viagem pra tudo fazer sentido de uma vez.

Na Itália, em 2018, minha sogra quis me dar uma joia de coral. "Me dá só o coralzinho" — e passei a viagem abrindo e fechando aquela caixinha. Aquele coral virou a inspiração: foi num desses instantes que eu me vi criando joias. Só que de cerâmica.
Meu primeiro ateliê foi a lavanderia do apartamento e a mesa de jantar que logo precisava estar livre pro almoço. Foi ali que nasceu o sistema de metais só pra joia de cerâmica que hoje é único no Brasil — o que separa joia de verdade de bijuteria. Três meses depois, levei as peças pra uma feira. E tomei a decisão mais difícil da minha vida.
Em 2019, depois de 24 anos, eu saí da arquitetura de vez. Meu filho resumiu, rindo: "mãe, faz tempo que você já é joalheira. Só falta você assumir." Depois dos 50, eu recomecei do zero — e é essa mesma permissão que eu quero te ajudar a dar.
Essa é a versão curta. A história inteira — com as partes que não couberam aqui — eu conto pra você durante a Jornada.
"Quando eu parei de tentar preencher o mundo de coisas bonitas pros outros… eu voltei pra mim."
Não é bijuteria. É joia de cerâmica de autor. E é a autoria que dá valor à peça — é ela que faz uma pessoa querer pagar caro por uma coisa que saiu das SUAS mãos. Uma aluna minha, a Ana Faustino, me disse chorando: "pela primeira vez alguém quis pagar por algo que EU fiz." Isso não tem preço.
Pouco espaço, baixo investimento. Eu comecei na lavanderia, então acredita em mim quando eu digo que dá. Não ter forno não te trava: existem caminhos pra queimar a peça em casa, e eu te mostro cada um. Você pode começar hoje, com uma argila de papelaria ou floricultura. Não precisa esperar a "hora certa" — ela não vem, a gente cria ela.
Uma arte que cabe dentro de casa, respeita o planeta e ainda pode virar renda no seu ritmo. Uma aluna resumiu o que eu sinto: "criar me faz sentir viva, e isso não tem preço." Só que, quando vira joia, passa a ter — e passa a caber nas contas do fim do mês também.
A Jornada, minha primeira joia de cerâmica não é uma aula de artesanato. São os 6 dias em que eu te levo pelo mesmo caminho que eu percorri: da argila crua até a certeza de que as suas mãos ainda têm uma fase inteira pela frente.
Você modela, com as suas próprias mãos, o seu primeiro conjunto de joias de cerâmica autoral. E sai sabendo todo o caminho pra transformar isso numa nova fase de renda, em casa. Não é uma aula solta. É uma experiência guiada, com método, e comigo te conduzindo, um passo de cada dia.
Você pode começar hoje, com argila de papelaria ou floricultura. Não precisa esperar nada chegar — nem passar mais tempo esperando.
São 6 encontros comigo ao longo da semana, um passo de cada vez. No fim, você sai com o seu primeiro conjunto de joias de cerâmica modelado pelas suas mãos — um par de brincos e um pingente.
Você entende por que a sua joia de cerâmica vale mais que ouro — e prepara a sua argila. É o primeiro gesto da virada.
A gente destrava juntas aquele "não sou criativa" — e você modela o seu par de brincos, sentindo pela primeira vez em muito tempo que está criando algo só seu.
Você modela o pingente do seu colar — e ouve uma história que talvez seja parecida demais com a sua.
Você dá acabamento de joia à peça e aprende a queimar mesmo sem forno em casa. Nada te trava de verdade.
A sua peça ganha cor e alma — e você já não olha mais pra ela como "artesanato".
Tira-dúvidas ao vivo, sem replay. A turma se encontra comigo pra tirar as dúvidas antes da reta final da semana.
A coroação. Você vê a peça virar joia — e recebe o mapa pra continuar essa fase depois que a semana acabar.
Se tem uma coisa que eu preciso te dizer, é essa: a idade não é um obstáculo aqui. É vantagem.
Experiência de vida não atrapalha essa arte — é o material mais valioso que você já tem. A joia de autor recompensa exatamente o olhar de quem já viveu. Uma aluna de 71 anos me disse que sentiu ter encontrado "uma oportunidade de renascimento." Foi a palavra dela, não a minha.
Eu tenho alunas de 70, de 80 anos, fazendo joia de cerâmica agora, hoje. Se você está aí achando que passou da hora, olha pra elas. A vez não passa — ela só espera você dar a permissão.
Cabe na sua vida como ela é hoje: pouco espaço, baixo investimento. Eu comecei na lavanderia de um apartamento, lembra?
Sem forno? Sem problema. Eu fiz joia de cerâmica por 2 anos sem forno. Você vai aprender os caminhos pra queimar mesmo sem ter um em casa.




"Eu chorei. Não pelo dinheiro — mas porque pela primeira vez alguém quis pagar por algo que EU fiz."— Ana Faustino, argilheira
Só prints reais de argilheiras — carrossel do jeito que elas contaram.

Ceramista, joalheira e criadora do Método Joia de Cerâmica Brasileira. Depois de 24 anos como arquiteta — e da crise que me levou de volta ao barro — eu transformei um recomeço numa profissão nova, e já formei mais de mil argilheiras por todo o Brasil. Desenvolvi um sistema de metais brasileiro, exclusivo, que dá à cerâmica a leitura de joia de verdade.
Minha missão: transformar o Brasil no país da joia de cerâmica. 💍
Eu comecei depois dos 50. Tenho alunas de 70 e 80 anos criando agora. A vez não passa — ela só espera você dar a permissão.
Criatividade não é dom, é método. Eu trago a criatividade pronta e te entrego passo a passo. Nenhuma das minhas argilheiras se achava criativa antes de começar.
O começo não precisa ser grande, precisa ser possível. Eu comecei na lavanderia de um apartamento de dois quartos.
Eu fiz joia de cerâmica por 2 anos sem forno. Você vai conhecer os caminhos pra queimar em casa. Não ter forno não pode te travar.
Tem aluna faturando só vendendo pra amigos e família, numa fase que ela achava que já tinha passado. Ao longo da semana, eu te mostro como esse caminho da venda começa.
Eu sei que talvez você esteja aí pensando: "será que isso é mesmo pra mim?". Fica tranquila.
Essa jornada é pra quem começa do zero. Você não precisa de talento, não precisa de forno, não precisa de espaço grande. Precisa só aparecer e se permitir. As suas mãos têm experiência de sobra — e talvez já faça muito tempo que você esteja esperando encontrar uma coisa que seja só sua.
Uma aluna me contou o sonho dela, e eu guardei porque é o sonho de tanta gente: "trabalhar focada, criando, sossegada, sem pressão de ninguém… só eu e a argila, em paz." Se isso mexeu com você, presta atenção no que vem agora.
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Quero viver essa fase — R$ 67,00Ingresso único, sem surpresa no caminho: você usa a argila da lista de materiais. O material profissional e os fornecedores ficam pra quem seguir no curso depois.
Entra na primeira aula. Se sentir que não é pra você, me manda uma mensagem e eu devolvo cada centavo do seu ingresso. O risco é todo meu — a decisão de experimentar é sua, e ela é segura.
As inscrições fecham quando a jornada começa, na próxima segunda. Depois que a semana começa, a porta fecha — quem chega atrasada espera a próxima edição.
É uma turma que vive a semana junta, do primeiro encontro até o tira-dúvidas de sábado, ao vivo e sem replay. Essa experiência acontece no ritmo da semana — quem entra depois que ela começou perde o começo e vive tudo só na próxima turma.
Consegue, sim. A jornada foi desenhada pra quem começa do zero — nenhuma das minhas argilheiras tinha experiência quando começou. Eu conduzo você todos os dias, um passo de cada vez.
Eu também achei que sim, depois dos 50. Não passou. Tenho alunas de 70 e 80 anos fazendo joia de cerâmica agora.
Não. Eu mesma fiz joia de cerâmica por 2 anos sem forno. Durante a jornada você aprende os caminhos pra queimar a peça em casa.
Dá pra começar com uma argila natural de papelaria ou floricultura — você recebe a lista completa com tudo e onde comprar. Só não vale a chamada "cerâmica fria" (massa sintética — não é argila de verdade).
São 6 encontros ao longo da semana, começando na próxima segunda, e uma turma que vive tudo junto, no mesmo ritmo. No sábado tem o tira-dúvidas ao vivo, sem replay. Você recebe no WhatsApp da jornada os links de cada dia e as orientações pra acompanhar passo a passo.
Você sai com o seu primeiro conjunto de joias de cerâmica modelado pelas suas mãos — um par de brincos e um pingente — e sabendo todo o caminho (secagem, queima, esmaltação, montagem) pra finalizá-lo. A finalização completa é o que você aprofunda no curso.
Sem risco nenhum. Você me manda uma mensagem e eu devolvo cada centavo. Além disso, o seu direito de arrependimento de 7 dias, previsto no Código de Defesa do Consumidor, continua valendo sempre.
Observação infinita vira nada. Em algum momento, ela precisa virar decisão. E essa pode ser a sua próxima fase — aquela que você sente, faz tempo, que ainda está por vir.
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Quero começar a minha próxima fase — R$ 67,00Entra na primeira aula. Se sentir que não é pra você, me manda uma mensagem e eu devolvo cada centavo.
As inscrições fecham quando a jornada começa, na próxima segunda.